33ª Mostra Internacional de Cinema - São Paulo International Film Festival 20 out - 05 nov 2009

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Apresentação Especial Fanny Ardant

A MULHER DO LADO (LA FEMME D’À CÔTÉ) - 1981 - França - Ficção

A MULHER DO LADO
A MULHER DO LADO
A MULHER DO LADO
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Sinopse
A senhora Joule se recorda... Bernard e Arlette Coudray formavam um casal unido que morava no subúrbio de Grenoble. O drama começou quando a casa da frente foi alugada para Mathilde e Philippe Bauchard. Bernard e Mathilde haviam sido amantes tempos atrás, se separando depois. Reencontram-se agora e são tragados de uma forma diferente por aquela paixão, levando Mathilde à beira de uma depressão. Prestes a ir embora definitivamente depois de um tratamento numa clínica, ela deseja rever seu amante. Mas esse novo encontro pode levar à tragédia.
Créditos
diretor
François Truffaut
roteiro
François Truffaut, Suzanne Schiffman, Jean Aurel
fotografia
William Lubtchansky
montagem
Martine Barraqué
música
Georges Delerue
elenco
Fanny Ardant, Gérard Depardieu, Henri Garcin
produtora
Films du Carrosse
106 minutos
color, 35mm
Diretor
François Truffaut

Nasceu em 1932 em Paris. Cinéfilo desde criança, Truffaut foi um adolescente rebelde e chegou a ser mandado para o reformatório pelo padrasto. Salvou-o o amor pelo cinema e, especialmente, a amizade com o crítico André Bazin – que se tornou seu protetor e abriu-lhe as portas da crítica cinematográfica. Truffaut foi um dos críticos mais impiedosos da revista Cahiers du Cinéma, ferrenho defensor do cinema de autor. Estreou como cineasta com o curta Les Mistons (1957). Consagrou-se com seu primeiro longa, Os Incompreendidos (1959), vencedor do prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes, tornando-se um dos mais expressivos representantes da Nouvelle Vague. Com o protagonista deste filme, Jean-Pierre Léaud realizou uma série de filmes em torno do personagem Antoine Doinel, francamente autobiográfico. Entre eles, Amor aos 20 Anos (1962), Beijos Proibidos (1968) e Domicílio Conjugal (1970). Mas também exercitou seu fascínio por Alfred Hitchcock e o filme noir em Atirem no Pianista (1960), A Noiva Estava de Preto (1967) e De Repente num Domingo (1983), seu último filme, exibido na 8ª Mostra. A Noite Americana (28ª Mostra) venceu Oscar de melhor filme estrangeiro em 1974. Morreu em 1984 na França. Dois de seus filmes – A Sereia do Mississipi (1969) e O Garoto Selvagem (1970) – foram selecionados por Wim Wenders em sua carta branca na 32ª Mostra.