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Apresentação especial memória brasileira
O DESPERTAR DA BESTA (O DESPERTAR DA BESTA) - 1969 - Brasil - Ficção
diretor: José Mojica Marins
- Sinopse
- Um psiquiatra injeta LSD em quatro voluntários para estudar os efeitos do tóxico sob a influência da imagem de Zé do Caixão. O personagem aparece de maneira diferente nos delírios psicodélicos de cada um, misturando sexo, perversão e sadismo.
- Créditos
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- diretor
- José Mojica Marins
- roteiro
- Rubens Francisco Lucchetti
- fotografia
- Giorgio Attili
- montagem
- Luis Elias
- elenco
- José Mojica Marins, Sérgio Hingst, Ozualdo Candeias, Andréa Bryan, Lurdes Vanucchi Ribas
- produtor
- José Mojica Marins, Giorgio Attili, George Michel Serkeis
- produtora
- Fotocena Filmes, M.M. Ltda, Multifilmes S.A.
- 92 minutos
- color e p&b, 35mm
- Diretor
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José Mojica Marins
Nasceu em São Paulo em 1931. Aos doze anos, ganhou uma câmera 8mm e, sempre experimentando, produziu uma infinidade de curtas amadores e mudos. Lançou seu primeiro longa-metragem profissional em 1957, Sina de Aventureiro. Pouco depois, criou o gênero horror no Brasil, com filmes de baixo orçamento e muita criatividade. Realizou, entre muitos títulos, À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964, exibido na 31ª Mostra), a continuação Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1967, também exibido na 31ª Mostra), O Estranho Mundo de Zé do Caixão (1967), O Exorcismo Negro (1974) e Delírios de um Anormal (1978). Trabalhando na Boca do Lixo paulistana, abriu-se também ao erotismo em títulos como A Virgem e o Machão (1973), Inferno Carnal (1976), Perversão (1978) e os explícitos A Quinta Dimensão do Sexo (1983), 24 Horas de Sexo Explícito (1984) e 48 Horas de Sexo Alucinante (1985). Foi ator em projetos de amigos, como O Segredo da Múmia (1981) e A Marca do Terrir (29ª Mostra), ambos de Ivan Cardoso; As Belas da Billings (1987), de Ozualdo Candeias; e Ed Mort (20ª Mostra), de Alain Fresnot.

