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	<title>BLOG DA MOSTRA</title>
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		<title>MANOEL DE OLIVEIRA RECEBE ORDEM DO MÉRITO CULTURA E DEIXA CONTRIBUIÇÃO UTÓPICA PARA O PRESIDENTE LULA</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Manoel de Oliveira recebe a Ordem do Mérito Cultural do governo brasileiro
Edição: Renata de Almeida e Leon Cakoff
Na cerimônia de entrega das medalhas da Ordem do Mérito  Cultural, dia 25 de novembro, no Rio de Janeiro, o cineasta português Manoel de  Oliveira (101 anos em 16 de dezembro de 2009), um dos homenageados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/700_i.jpg" alt="" width="597" height="350" /></p>
<p>Manoel de Oliveira recebe a Ordem do Mérito Cultural do governo brasileiro</p>
<p>Edição: Renata de Almeida e Leon Cakoff</p>
<p>Na cerimônia de entrega das medalhas da Ordem do Mérito  Cultural, dia 25 de novembro, no Rio de Janeiro, o cineasta português Manoel de  Oliveira (101 anos em 16 de dezembro de 2009), um dos homenageados, deixou um  manuscrito com o seu pensamento utópico como contribuição ao governo do  presidente Lula. O cineasta também discutiu com o ministro da Cultura Juca  Ferreira e Alfredo Manevi, secretário de Políticas Culturais, a possibilidade  de rodar um filme no Brasil em 2010, inspirado em um conto de Machado de Assis.  O Jornal da Mostra teve acesso exclusivo ao texto entregue por Manoel de  Oliveira ao presidente Lula, e o revela a seguir. Com o título “Jogo tão real  como utópico, mas imaginável para filmar”, o cineasta propõe, entre outras  coisas, a abolição do dinheiro para salvar a economia em crise e as relações  humanas:</p>
<p>´´ Este <em>Jogo</em> de uma realidade <em>Utópica</em> foi um dos meus inesperados achados, ocorrido como possível e imediata solução  radical à atual crise econômica e seu reflexo mundial, ainda que aparentemente  não realizável por parecer utopia, pois como afirmava Einstein: <strong><em>é  mais fácil desintegrar um átomo do que mudar uma mentalidade. </em></strong></p>
<p>Teimo, porém, em transpor por escrito  esta minha idéia, ainda que de aparência utópica, no preciso momento em que a  atual crise assola o mundo.</p>
<p>Alguém me perguntará:</p>
<p>a)–  E qual a base dessa ideia, para salvar esta situação de crise? (Ao que  responderei):</p>
<p>b)–  A crise começou com a falência do primeiro banco nos EUA, e logo outros se lhe  sucederam, com um refluxo financeiro mundial. A aplicação concreta deste  pensamento teria por base a eliminação total do dinheiro, pois é nele que se  consubstancia todo o mal. Eis uma tarefa, afigura-se-me, fácil, rápida e  eficaz.</p>
<p>a)-  Como eficaz?, se no dinheiro reside todo o poder de compra?</p>
<p>b)-  Exatamente por isso. Acabaria a ideia de compra e venda e, em contrapartida,  cada um manteria seu habitual lugar de trabalho, sendo o trabalho a garantia ao  direito a todas as aquisições que fossem necessárias a cada um.</p>
<p>a)-  E cada um podia ter tudo quanto quisesse?</p>
<p>b)-  Claro. Tudo o que lhe fosse necessário e igual para todos. Até porque assim se  anularia por completo a pobreza.</p>
<p>a)–  E o que se faria do dinheiro e das diferentes moedas que são inúmeras?</p>
<p>b)–  Em primeiro lugar, o dinheiro apenas representa trabalho. Dinheiro é trabalho.  E trabalho, sim, será sempre indispensável a este ou qualquer outro processo.  Assim como a Europa reduziu suas diferentes moedas ao Euro, assim seriam  eliminados os Euros e todas as demais moedas, pois que o dinheiro, repito, não  representa senão, e só, o esforço do nosso trabalho. O dinheiro, quer em metal  ou papel, seria totalmente reciclado. E, ao contrário do adágio, diríamos: <strong><em>nada  perdeste e muito ganhaste.</em></strong></p>
<p>a) – E como proceder sem dinheiro, por  exemplo, no caso de alguém querer comprar uma quinta&#8230; ou vendê-la por já não  poder tratar mais dela?</p>
<p>b) – Muito simplesmente cedendo-a a  quem estivesse interessado nela, tal como se fosse oferecida, mudando-se apenas  o registro para o nome do novo proprietário.</p>
<p>a) – Quer disser então que a  propriedade persistiria?</p>
<p>b) – Naturalmente. No novo sistema  continuaria em tudo exatamente como o atual, tintim por tintim, segundo a ordem  do antigo sistema, mantendo-se a posse de bens e os diferentes tipos de postos  de trabalho. Só acabava o sistema financeiro. Mas continuariam cedências,  aquisições e trocas, e sempre que se oferecessem tais casos seriam feitos em mútua  e plena concordância, sem qualquer ajuste de valores.</p>
<p>a) – E tudo isso porquê?</p>
<p>b) – Ora porquê! Antes de mais, para  dar conserto imediato à atual crise financeira e ao nosso tipo de vivência,  eliminar a pobreza e roubos, pois todo o indispensável para cada um viver  estaria sempre disponível para todos e por igual.</p>
<p>a) – Para todos?</p>
<p>b) – Claro, para todos! Fossem os do  mundo governamental, judicial, educacional, cultural, industrial, comercial,  médico, hospitalar ou farmacêutico etc, etc&#8230; Quer para funcionários,  operários, como para dirigentes ou dirigidos, enfim aos servidos com aos  servidores, todos beneficiariam dos serviços comuns que estariam abertos como  habitualmente o estão no sistema atual.</p>
<p>a) – Quer dizer que ninguém precisava  trabalhar?</p>
<p>b) – Ah!, isso é que não! Muito pelo  contrário, ninguém abandonaria o seu posto de trabalho. O trabalho seria  justamente a mola real de todo este novo sistema. Ele seria o fundamento  indispensável combater a fome e o frio. Se o trabalho não existisse, isso sim,  seria a pior das crises, como acontece hoje às pessoas que são vítimas desses  flagelos e que, numa grande parte, se encontram desempregados. O trabalho de  cada um seria a garantia deste novo sistema, justificando o direito à obtenção  livre do que fosse necessário. O bilhete de identidade constituiria a garantia  de seu posto de trabalho, a posse dos seus haveres e de tudo mais que  necessitasse.</p>
<p>a) – E não haveria quem fugisse ao seu  posto de trabalho e continuasse a beneficiar das regalias oferecidas?</p>
<p>b) – Todo aquele que fugisse ao seu  trabalho, isto é, à função do seu afazer, não importava quem nem qual, sofreria  a justa punição. Para isso lá estaria a justiça e a governação.</p>
<p>a)   – E como se controlaria isso tudo?</p>
<p>b) – Ora aí está. Não como foram controlados  os bancos antes da crise; mas, eliminando o dinheiro, logicamente  desapareceriam os bancos.</p>
<p>a) &#8211; E o que fariam, então, os seus  dirigentes e funcionários?</p>
<p>b) – Dirigentes e funcionários, de  qualquer tipo de instituições financeiras, passariam a ser complementares à  distribuição e à organização de todos os trabalhos, dos empregados, e da sua  fiscalização dos trabalhos de todos e de cada um em particular, dando dignidade  por igual ao seu trabalho de cada um, fosse ele qual fosse. E assim nunca  haveria o risco do desemprego. Tudo o mais continuaria à semelhança do atual  viver, em todas as profissões com total igualdade entre as obrigações e  regalias do novo sistema, distinções qualificativas na qualidade dos trabalhos  de cada um, quer no dos dirigentes ou dirigidos, no campo político, comercial e  industrial, nas artes ou qualquer outro ramo de trabalho.</p>
<p>a) – Mas tudo isso se me afigura um  tanto utópico?</p>
<p>b) – O que na verdade mais me perturba  é essa sempre tão pronta descrença na possibilidade desta real proposta, assim  tão prontamente suposta utópica. O que realmente se me afigura utópico seria  chegar a um universal acordo de vontades. E isto sim, é que realmente se torna  utópico. Cada cabeça cada sentença. Mas se fosse possível levar esta idéia à  prática, todos viveríamos equilibradamente, e não haveria falências, nem  desempregados, nem pobres, nem assaltos, nem roubos, por de todos inúteis. E  até já ninguém pensaria mais nessa coisa que contraria o amor ao próximo, que é  esse velho frenesi do poder que, aliás, o próprio sistema econômico em muito  proporciona; ou essa outra ânsia, a da posse de bombas atômicas. Eis a última  ameaça nascida daquilo a que nós chamamos de Civilização. Vem a propósito, um  curiosa reflexão do meu bom amigo Bernard Despomadères. Contava-me ele como  através dos tempos se foi aligeirando o processo de compras que nos primórdios  se processava trocando animais, produtos ou objetos.</p>
<p>Bernard explicou-me, como através dos  tempos, <strong><em>se foi simplificando e agileirando esse processo de trocas através da  invenção do dinheiro, que começara a ser representado por moedas grossas muito  pesadas em diferentes metais; mais tarde, essas moedas foram agileiradas e  substituídas por notas de papel, simplificando-se mais ainda com a introdução  de livros de cheque; e surgiram depois os cartões de crédito, sendo agora até é  possível transacionar através da Internet. </em></strong>Repara-se agora como com a  minha dita utópica proposição se chagaria à total simplificação nas transações  que passariam a ser efetuadas unicamente pela troca do <strong>trabalho</strong> de cada um. Pois que <strong>dinheiro </strong>não representa senão <strong>trabalho</strong>.  Nesse novo sistema, o trabalho não seria tido como uma maldição porque  adquiriria, como se disse, uma significativa dignidade.</p>
<p>A obrigatoriedade do trabalho seria  como um prêmio fundamental para cada um se ocupar da sua função social e ganhar  o direito à sua subsistência, tal como por igual acontece com os animais  selvagens que dia após dia ocupam todo seu tempo à procura do alimento, como  nos confirma a sábia lei <strong><em>– ganharás o pão de cada dia com suor do teu  rosto</em></strong>. E não há outro modo, mesmo para o dotado Brasil tão rico em  quantidade e na qualidade de variadíssimos e deliciosos frutos&#8220;</p>
<p>Manoel de Oliveira</p>
<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/m02.jpg" alt="" width="500" height="375" /><br />
Fernanda Montenegro com Manoel de Oliveira na cerimônia da Ordem do Mérito<br />
Cultural no Rio de Janeiro</p>
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		<title>Filme coreano “Voluntária Sexual” leva o Troféu Bandeira Paulista da 33ª Mostra</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=561</link>
		<comments>http://www.mostra.org/blog/?p=561#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra
Na quinta-feira, 5 de novembro, a Cinemateca Brasileira foi cenário para a cerimônia de encerramento da 33ª Mostra, conduzida pelos apresentadores Marina Person e Serginho Groisman. O evento contou ainda com o anúncio dos filmes que se destacaram na edição deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/699_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra</p>
<p>Na quinta-feira, 5 de novembro, a Cinemateca Brasileira foi cenário para a cerimônia de encerramento da <strong>33ª Mostra</strong>, conduzida pelos apresentadores Marina Person e Serginho Groisman. O evento contou ainda com o anúncio dos filmes que se destacaram na edição deste ano do festival, em uma eleição realizada em parceria com o público e com o júri especializado. O grande vencedor foi o coreano <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=120"><strong>VOLUNTÁRIA SEXUAL</strong></a>, que levou o Troféu Bandeira Paulista de melhor filme.</p>
<p>A premiação foi atrapalhada por uma leve chuva, mas o diretor Cho Kyong-duk tomou-a como um bom sinal. “Quando eu era criança, sempre ia melhor nas provas em dia de chuva. Quando vi o tempo mudar nesta noite, pensei que não podia ser mera coincidência”, brincou.</p>
<p>O júri internacional – formado pelos diretores Ali Özgentürk, Goran Paskaljevic, Marco Bechis e Suzana Amaral, além do crítico Jean-Michel Frodon – também elegeu a produção sueca <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=81"><strong>OS DISPENSÁVEIS</strong></a>, de Andreas Arnstedt, em duas categorias: melhor diretor e melhor ator para André Hennicke. Arnstedt, visivelmente emocionado, agradeceu o reconhecimento e a oportunidade de participar da <strong>Mostra</strong>. “É um grande momento para mim. É a primeira vez que venho a um festival na América Latina e já sou premiado. Estou começando uma nova fase da minha e convido todos vocês para acompanhá-la”, afirmou.</p>
<p>Na categoria documentário, o Troféu Bandeira Paulista foi entregue ao francês <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=275"><strong>O INFERNO DE CLOUZOT</strong></a>, de Serge Bromberg e Ruxandra Medrea. Também se destacou com menção honrosa do júri o brasileiro <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=198"><strong>O ABRAÇO CORPORATIVO</strong></a>, de Ricardo Kauffman, que subiu para receber o prêmio.</p>
<p>Já a crítica especializada, representada pela jornalista Silvana Mascagna, do jornal O Tempo, de Belo Horizonte, elegeu como melhor longa internacional o filme <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=356"><strong>NINGUÉM SABE DOS GATOS PERSAS</strong></a>, do iraniano Bahman Ghobadi. O diretor, que não pôde comparecer à premiação, enviou uma carta de agradecimento. “Estou muito triste por não estar aí hoje, participando desse que é um dos melhores festivais do mundo. Mas também feliz porque sempre sou premiado na <strong>Mostra</strong>”, escreveu.</p>
<p>A crítica apontou ainda o filme <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=184"><strong>O SOL DO MEIO-DIA</strong></a>, de Eliane Caffé, como o melhor longa brasileiro. “Esse prêmio é maravilhoso, uma surpresa muito grande. Foi um filme muito duro de fazer, e é muito bom colher os resultados”, comentou a diretora.</p>
<p>Como sempre, o público que compareceu às sessões da 33ª Mostra também pôde eleger suas produções favoritas. O prêmio de melhor longa internacional foi marcado por um empate entre o espanhol <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=143"><strong>ABRAÇOS PARTIDOS</strong></a>, de Pedro Almodóvar, e o australiano <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=349"><strong>O ÚLTIMO DANÇARINO DE MAO</strong></a>, de Bruce Beresford. Na categoria longa-metragem brasileiro, sagrou-se vencedor o filme<a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=272"><strong>CARMO</strong></a>, de Murilo Pasta. “Sou filho da Mostra e tenho muito orgulho de estar aqui. Faço o que faço para que o público veja, por isso esse prêmio é muito importante”, disse o diretor.</p>
<p>Entre os documentários, o público destacou o brasileiro <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=400"><strong>DZI CROQUETTES</strong></a>, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, e o espanhol <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=50"><strong>TOM ZÉ – ASTRONAUTA LIBERTADO</strong></a>, de Ígor Iglesias Gonzáles. “Já amava essa cidade, e agora quero ficar aqui para sempre”, contou Gonzáles.</p>
<p>A noite foi marcada ainda pela entrega do Prêmio Humanidade para o diretor e produtor italiano Gian Vittorio Baldi, anunciado por Leon Cakoff e Renata de Almeida, diretores da Mostra. “O Brasil é um dos países mais importantes para o cinema no mundo. Esse é um festival maravilhoso, que inovou ao promover a Mostra Online, iniciativa que abre caminho para o futuro do cinema”, afirmou Baldi.</p>
<p><strong>Confira os premiados da noite:</strong></p>
<p><strong>PRÊMIOS DO JÚRI &#8211; FICÇÃO </strong></p>
<p>Melhor Filme: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=120"><strong>VOLUNTÁRIA SEXUAL</strong></a><strong> </strong>(Coréia do Sul), de Cho Kyeong-Duk<br />
Melhor Diretor: Andreas Arnstedt, por <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=81"><strong>OS DISPENSÁVEIS</strong> </a>(Alemanha)<br />
Melhor Ator: Andrè Hennicke, de <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=81"><strong>OS DISPENSÁVEIS</strong> </a>(Alemanha)</p>
<p><strong>PRÊMIOS DO JÚRI &#8211; DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<p>Melhor Filme: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=275"><strong>O INFERNO DE CLOUZOT</strong></a> (França), de Serge Bromberg e Ruxandra Medrea<br />
Menção Honrosa: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=198"><strong>O ABRAÇO CORPORATIVO</strong></a> (Brasil), de Ricardo Kauffman</p>
<p><strong>PRÊMIOS DA CRÍTICA</strong></p>
<p>Melhor Longa-Metragem Estrangeiro: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=356"><strong>NINGUÉM SABE DOS GATOS PERSAS</strong> </a>(Irã), de Bahman Ghobadi<br />
Melhor Longa-Metragem Brasileiro: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=184"><strong>O SOL DO MEIO-DIA</strong></a>, de Eliane Caffé</p>
<p><strong>PRÊMIOS DO PÚBLICO</strong></p>
<p>Melhor Longa-Metragem Brasileiro: <strong><a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=272">CARMO</a></strong>, de Murilo Pasta<br />
Melhor Longa-Metragem Estrangeiro: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=143"><strong>ABRAÇOS PARTIDOS</strong></a> (Espanha), de Pedro Almodóvar e <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=349"><strong>O ÚLTIMO DANÇARINO DE MAO</strong></a> (Austrália), de Bruce Beresford<br />
Melhor Documentário em Longa-Metragem Brasileiro: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=400"><strong>DZI CROQUETTES</strong></a>, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez<br />
Melhor Documentário em Longa-Metragem Estrangeiro: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=50"><strong>TOM ZÉ – ASTRONAUTA LIBERADO</strong></a>(Espanha), de Ígor Iglesias Gonzáles<br />
Prêmio da Juventude: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=60"><strong>SAÍDA A NADO</strong></a> (Suécia), de Måns Herngren</p>
<p><strong>PRÊMIOS ITAMARATY</strong></p>
<p>Melhor Longa-Metragem de Ficção:<strong> <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=181">ANTES QUE O MUNDO ACABE</a></strong>, de Ana Luiza Azevedo<br />
(também recebeu os Prêmios Quanta e Teleimage)</p>
<p>Melhor Documentário em Longa-Metragem: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=400"><strong>DZI CROQUETTES</strong></a>, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez<br />
(também recebeu os Prêmios Quanta e Teleimage)</p>
<p>Melhor Curta-Metragem: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=271"><strong>INSONE</strong></a>, de Marília Scharlach e Marina Magalhães<br />
(também recebeu o Prêmio Teleimage)</p>
<p>Prêmio Especial &#8211; Homenagem pelo Conjunto da Obra: Paulo César Saraceni</p>
<p><strong>PRÊMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL</strong></p>
<p>Melhor Curta-Metragem: <a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=185"><strong>O PRÍNCIPE ENCANTADO</strong></a>, de Sérgio Machado e Fátima Toledo</p>
<p><a style="display: inline; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; float: none; clear: none; text-decoration: none; color: #0091a3; font-style: normal; line-height: 1.2em; z-index: 1; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=289&amp;language=pt"><strong>33ª Mostra divulga programação extra</strong></a></p>
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		<title>“Brasil é mais generoso com os grafiteiros”, dizem Os Gemeos em debate na 33ª Mostra</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=554</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Os Gemeos, Gustavo Pandolfo e Otávio Pandolfo e Robert Kaltenhauser (diretor de
 &#8216;Arte Inconsequência&#8217;)
Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra
A 33ª Mostra promoveu, na quarta-feira  dia 4 de novembro, uma sessão do documentário alemão ARTE INCONSEQUÊNCIA, seguida por um debate com o diretor  Robert [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/697_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /><br />
Os Gemeos, Gustavo Pandolfo e Otávio Pandolfo e Robert Kaltenhauser (diretor de<br />
 &#8216;Arte Inconsequência&#8217;)</p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra</p>
<p>A <strong>33ª Mostra</strong> promoveu, na quarta-feira  dia 4 de novembro, uma sessão do documentário alemão <strong><a href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=189">ARTE INCONSEQUÊNCIA</a></strong>, seguida por um debate com o diretor  Robert Kaltenhäuser e com a dupla Otávio e Gustavo Pandolfo, conhecida como Os  Gemeos, que neste ano assina a arte do cartaz da <strong>Mostra</strong>. O evento foi aberto ao público e contou com a mediação do  apresentador Serginho Groisman. “Fiz um documentário atípico”, disse Kaltenhäuser.  “Acho que vocês vão gostar”.</p>
<p>O  documentário apresenta o trabalho de um grupo de grafiteiros que faz  ilustrações sobre trens do transporte público alemão. O diretor comentou como a  sociedade encara o grafite na Europa e as consequências para os adeptos da  prática. “Na Alemanha, é uma manifestação completamente ilegal, especialmente  quando é feita sobre transportes públicos”, contou. “A polícia investiga muito  e, se conseguem provar que alguém participou dos trabalhos, eles vão cobrar.  Você pode ir preso até 30 anos depois”.</p>
<p>Kaltenhäuser  disse ainda que, no Brasil, a situação dos grafiteiros parece um pouco mais  liberal. “Participei de uma ação no Recife em que fui convidado para desenhar  nos trens. O Brasil é um dos únicos lugares do mundo que já permitiu alguma vez  de maneira oficial essa expressão de arte”, afirmou.</p>
<p>A dupla Os  Gemeos aproveitou para expor suas impressões sobre o documentário. “Esses  artistas que aparecem no filme pintam nos trens desde os anos 80, são  pioneiros. Valorizamos muito esse trabalho”, disseram. “As viagens que fizemos  para a Alemanha nos ensinaram a lidar com o proibido. Lá é crime mesmo. No  Brasil também há o lado transgressor, mas a situação é muito mais generosa”,  completaram.<br />
<strong>Grafite x Pichação</strong></p>
<p>Para os  irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo, a essência do grafite e da pichação está na  transgressão. “Se existe a lei que proíbe, é preciso encontrar jeitos de  burlá-la”, disseram. “A pessoa precisa enfrentar todos os desafios, sempre  respeitando os outros. Isso é o mais importante, não importa se é grafite ou pichação”.</p>
<p>O diretor Robert  Kaltenhäuser também falou como é o processo criativo dos grafiteiros, que  trabalham sempre sob muita pressão. “Você precisa estar preparado para fazer o  trabalho em pouco tempo”, disse. A dupla Os Gemeos disse que todo o seu  trabalho é resultado do que aprenderam nas ruas. “Começamos nas ruas e depois  fomos para galerias e exposições. E nas ruas, aprendemos a trabalhar com muita  agilidade”, completaram.</p>
<p>Para  concluir, os irmãos disseram que o essencial é que cada viva sua própria  experiência. “Cada um tem seu motivo, é um trabalho muito pessoal. É preciso  completar seu objetivo, independente de tudo”.</p>
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		<title>“O perfume de revolução estava no ar”, diz italiano Gian Vittorio Baldi sobre seus filmes dos anos 60</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=551</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra”
Homenageado pela 33ª Mostra com uma retrospectiva de sua  carreira e com o Troféu Humanidade, o diretor e produtor Gian Vittorio Baldi  participou de debate na FAAP, nesta quarta-feira, dia 4 de novembro, após a  exibição do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/696_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra”</p>
<p>Homenageado pela <strong>33ª Mostra</strong> com uma retrospectiva de sua  carreira e com o Troféu Humanidade, o diretor e produtor Gian Vittorio Baldi  participou de debate na FAAP, nesta quarta-feira, dia 4 de novembro, após a  exibição do curta-metragem <strong>O Bar de Gigi</strong> e do longa <strong>Fogo!</strong>. Leon Cakoff,  diretor da <strong>Mostra</strong>, divulgou na  ocasião que Baldi integra o elenco de diretores que participam do longa <strong>Mundo Invisível</strong>, que está sendo produzido  pela <strong>Mostra</strong>.</p>
<p>O curta dirigido por Baldi  em São Paulo junta-se aos trabalhos já realizados por Theo Angelopoulos, Wim  Wenders e Manoel de Oliveira. Cakoff disse que a última parte do longa será o  curta de Hector Babenco, e que “o sonho é exibir o filme na <strong>34ª Mostra</strong> de 2010”.</p>
<p>Ao dirigir-se aos alunos da  FAAP que participaram do debate, Baldi disse que o filme <strong>Fogo!</strong> tem um argumento metafórico relacionado à atmosfera que havia  em 1968, ano de sua realização. “Havia o perfume de revolução no ar”, disse,  explicando que o protagonista do filme não suporta o mundo em que vive, lutando  contra religião, estado e família. Por isso, mata todos da família, preservando  apenas a filha. “É significativo que não mate a menina”, disse Baldi, “porque  ela representa o futuro”.</p>
<p>O diretor também detalhou a  parte técnica, explicando que a realização foi totalmente diferente do  normalmente utilizado. O filme foi rodado exatamente na sequência em que é  exibido, e não houve montagem. O som também é direto, exigindo silêncio logo  após a batida da claquete. Para realizar o filme dessa forma, Baldi disse ser  necessário planejamento e a realização de algumas tomadas diferentes da mesma  cena.</p>
<p>Ao falar dos diretores com  os quais trabalhou, Baldi, que também teve longa carreira como produtor, disse  que sempre procurou ajudar os novos talentos e, depois de escolhida a obra,  jamais interferiu na realização. Enfrentou dificuldades com alguns deles, que  mentiam ou não cumpriam os prazos de realização.</p>
<p>Entre os diretores que lhe  deram trabalho, Baldi destacou o francês Robert Bresson, “um gênio até hoje  respeitado”, mas que o torturou, porque prometia realizar o filme em quatro  semanas e levava um ano para fazê-lo. Em contrapartida, Pier Paolo Pasolini foi  a pessoa mais séria que encontrou, que “filmava tudo sob todos os ângulos e  criava o filme na montagem”, explicou.</p>
<p>Segundo ele, Pasolini não  dirigia os atores, dizia apenas uma vez o que queria e os deixava à vontade. Já  Vittorio De Sica repetia todas as falas, “batia o texto” com os atores. Roberto  Rossellini criava situações reais para que os atores chegassem ao sentimento exigido  pelo personagem.</p>
<p>Por fim, o italiano falou  sobre seus novos projetos. Após parabenizar Cakoff pela realização da <strong>Mostra Online</strong>, que permite ao  espectador assistir alguns dos filmes da <strong>33ª  Mostra</strong> pela internet, Baldi revelou que também usará esse novo instrumento em  seu próximo filme, permitindo que o público participe da produção. Para Baldi,  a internet é “um caminho para o futuro do cinema”.</p>
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		<title>“A luz tem seus segredos”, ensina o diretor de fotografia Christian Berger em oficina na FAAP</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=548</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Edição: Leon Cakoff e Renata de Almeida
Redação: Thiago Stivaletti e Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra
O  austríaco Christian Berger, diretor de fotografia dos filmes de Michael Haneke,  como A FITA BRANCA, promoveu nesta quarta, dia 4 de  novembro, uma oficina na FAAP com estudantes de cinema e o público interessado  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/695_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff e Renata de Almeida<br />
Redação: Thiago Stivaletti e Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra</p>
<p>O  austríaco Christian Berger, diretor de fotografia dos filmes de Michael Haneke,  como <a href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=28">A FITA BRANCA</a>, promoveu nesta quarta, dia 4 de  novembro, uma oficina na FAAP com estudantes de cinema e o público interessado  no tema.</p>
<p>Berger  começou tirando todos os alunos da sala de aula e levando-os ao monumental  saguão de entrada da FAAP. A uma das alunas, ele pediu para descrever a luz do  ambiente – por onde ela entrava, como se refletia nos elementos, a “qualidade”  das sombras geradas.</p>
<p>“A luz tem  seus segredos. Existem dois tipos de trabalho a ser feito com ela. O primeiro é  criar uma ambientação natural – se você conseguir reproduzir em estúdio a luz  da natureza, já é um grande trabalho. O outro é criar todo um sistema próprio  de iluminação, que não siga os preceitos naturais”.</p>
<p>O diretor  de fotografia lembrou que hoje, com a tecnologia, as possibilidades são  infinitas. “Não precisamos mais da luz para tornar um ambiente iluminado. Os  diferentes tipos de película e pós-produção digital podem servir a um diretor”.  E minimizou a importância dos equipamentos caros para iluminação no set. “Os  produtores costumam ter essa noção errada de que tudo deve ser maior, mais  caro, mais rápido. Para o diretor de fotografia, isso não tem nada a ver com  sua criatividade, o desenho de luz que vai construir”.</p>
<p>Questionado  sobre o que torna um trabalho de fotografia excepcional, Berger disse não ter  uma resposta. “Qual a diferença entre uma bela mulher e outra excepcionalmente  linda? A imagem precisa ter vida, é uma combinação rara de muitos elementos,  algo mágico”, afirmou. “A boa fotografia tem muito a ver com luz e precisão”,  completou.</p>
<p>Berger  contou que promove todo ano um seminário no qual leva um grupo de estudantes  para uma ilha sem luz artificial. Em uma das atividades, o grupo se reúne da  madrugada até o amanhecer para captar as diferenças de luz de cada período. “É  algo que se precisa vivenciar e sentir. Não adianta só ler a teoria no livro”,  disse.</p>
<p>Em seguida, ele convocou os alunos para observarem obras do pintor  dinamarquês <a href="http://www.hammershoi.co.uk/">Vilhelm Hammershoi</a> (1864-1916), uma das referências que utilizou  em <strong>A FITA BRANCA</strong>. Hammershoi tinha  uma obsessão particular em retratar portas, janelas e quartos, e trabalhava  muito com a noção de perspectiva. “Ele nunca saía de seu apartamento, só quando  era forçado a se mudar. Sua maior lição é trabalhar com pouco contraste, sem  luz forte. Fica claro e muito mais profundo”, expôs.</p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=284">“Qualquer filme que trate de medo e culpa tem influência de Bergman”, diz Christian Berger, fotógrafo de A FITA BRANCA</a></p>
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		<title>O cinema pautou minha carreira jornalística, diz Gilberto Dimenstein em Os Filmes da Minha Vida</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=544</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:15:28 +0000</pubDate>
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Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra”
O jornalista Gilberto  Dimenstein, colunista do jornal Folha de  S.Paulo e da Rádio CBN, encerrou o  segundo ciclo de Os Filmes da Minha Vida,  promovido pela 33ª Mostra, afirmando  que o impacto causado pelos filmes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/694_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra”</p>
<p>O jornalista Gilberto  Dimenstein, colunista do jornal <em>Folha de  S.Paulo</em> e da Rádio <em>CBN</em>, encerrou o  segundo ciclo de <strong>Os Filmes da Minha Vida</strong>,  promovido pela <strong>33ª Mostra</strong>, afirmando  que o impacto causado pelos filmes que assistiu influenciaram ou modificaram o rumo  de sua carreira jornalística.</p>
<p>Dimenstein contou que as  imagens de <strong>Iracema – Uma Transa  Amazônica</strong> (1974, de Jorge Bodanzky) lhe fizeram criar uma pauta sobre  prostituição infantil. Com recursos oferecidos pela Fundação MacArthur, foi  possível realizar uma pesquisa sobre o tema em todo o Brasil, que resultou no  livro <em>Meninas da Noite &#8211; A Prostituição  de Meninas-Escravas no Brasil </em>(1992).</p>
<p>Ao entrar em contato com  essa realidade, Dimenstein passou a se interessar por educação, lançando livros  educacionais adotados por várias escolas.</p>
<p>Outro filme que pautou sua  vida profissional foi <strong>Pixote, a Lei do  Mais Fraco</strong> (1981, de Hector Babenco), que o levou a pesquisar o assassinato  de crianças no Brasil e também o fizeram criar ONGs para educar crianças  carentes. “Babenco pautou minha vida”, explicou. Também essas pesquisas levaram  à edição de um livro, desta vez <em>A Guerra  dos Meninos: Assassinatos de Menores no Brasil </em>(1990), que depois se tornou  o filme <strong>A Guerra dos Meninos</strong> (1991),  de Sandra Werneck.</p>
<p>Porém, o primeiro filme  marcante da sua vida foi <strong>Casinha  Pequenina</strong> (1963), de Mazzaropi, que ele assistiu quando tinha sete anos de  idade, levado pela família porque era aniversário de uma prima. Foi marcante  “porque descobri que arte emocionava”, algo que não sabia até então.</p>
<p>Os depoimentos colhidos  durante a <strong>33ª Mostra</strong> serão reunidos  na segunda edição do livro Os Filmes da Minha Vida, a ser lançado em 2010 pela  Imprensa Oficial, durante a <strong>34ª Mostra</strong>.</p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=691&amp;language=pt">Há filmes que exigem maturidade para serem vistos, diz Eliane Caffé em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=688&amp;language=pt">As circunstâncias determinaram os filmes da minha vida, diz Ugo Giorgetti</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=687&amp;language=pt">De Carlos Manga a Jia Zhang-Ke, os filmes da vida de Marcelo Gomes</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=686&amp;language=pt">“Gosto dos momentos errados dos cineastas”, diz Isay Weinfeld em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=683&amp;language=pt">“‘E o Vento Levou’ me ensinou a contar história com uma câmera”, diz Suzana Amaral em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=681&amp;language=pt">Filme favorito muda a cada escolha, diz Sérgio Machado em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=678&amp;language=pt">Falar sobre filmes é tão prazeroso quanto vê-los, diz Luiz Carlos Merten no ciclo os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=675&amp;language=pt">Dos filmes infantis a “Calígula” na 5ª Mostra, Serginho Groisman fala dos filmes de sua vida</a></p>
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		<title>“Filmes independentes são feitos do mesmo jeito aqui e nos EUA”, diz Rodrigo Santoro em debate de I LOVE YOU PHILIP MORRIS</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=541</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 17:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra
A 33ª Mostra  promoveu na terça-feira, 3 de novembro, uma sessão especial da comédia I LOVE YOU PHILIP MORRIS, que contou  com a presença dos diretores americanos John Requa e Glenn Ficarra, além do  ator Rodrigo Santoro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/693_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Marcelo Cobra, para o Jornal da Mostra</p>
<p>A 33ª Mostra  promoveu na terça-feira, 3 de novembro, uma sessão especial da comédia <strong>I LOVE YOU PHILIP MORRIS</strong>, que contou  com a presença dos diretores americanos John Requa e Glenn Ficarra, além do  ator Rodrigo Santoro, que atua no filme ao lado de Jim Carrey e Ewan McGregor.</p>
<p>O debate  contou com a mediação de Rubens Fernandes Jr., diretor da FAAP, e do  apresentador Serginho Groisman. Antes do início da sessão, o ator Rodrigo  Santoro disse estar muito orgulhoso de exibir a produção na <strong>Mostra</strong>. “Este filme foi exibido só nos  Festivais de Cannes e Sundance, e esta é sua terceira exibição mundial”,  contou.</p>
<p>Santoro  contou detalhes da preparação para o seu papel de primeiro namorado do  personagem de Jim Carrey. “O que eu fiz foi perder muito peso por causa da  doença do personagem. Também tivemos uma semana de preparação em Miami.  Procurei ouvir ainda muita música dos anos 80, relembrei bastante minha  adolescência”.</p>
<p>Os diretores  comentaram a dificuldade de distribuição do filme. “Nunca nos importamos muito  com o fato de ser um filme que trata da homossexualidade. Mas as produtoras  estão arriscando menos, não querem perder dinheiro. Em Sundance, não recebemos  muitas ofertas boas. Há um questionamento se o público americano aceitaria um  filme gay, mas fizemos várias sessões de teste e tivemos uma ótima aceitação. É  uma história de amor, e o público adorou”.</p>
<p>Para Santoro,  não há grandes diferenças entre os filmes independentes brasileiros e os  americanos como <strong>I LOVE YOU PHILIP MORRIS</strong>.  “No final das contas é tudo igual. É um filme independente, feito na raça. Os  atores principais – Ewan McGregor e Jim Carrey – não cobraram cachê. Eles  fizeram o filme porque gostaram do projeto. Até mesmo o processo de finalização  não muda muito. Finalizar um filme demora muito em qualquer lugar do mundo”.<br />
<strong>Rótulo gay</strong></p>
<p>Questionado  se tem medo de ficar rotulado após interpretar personagens gays, o ator disse  não se preocupar com isso. “São trabalhos muito diferentes, estava certo de que  não ia repetir a experiência. Vou responder a pergunta de forma matemática. Fiz  mais de dez filmes em que os personagens são heterossexuais e também corro o  risco de ficar rotulado assim, o que no caso eu sou. Minha única preocupação é  com o personagem e suas emoções”, afirmou.</p>
<p>Segundo os  diretores, o filme não sofreu preconceito do público que já o assistiu. “Tivemos  muito apoio e aprovação. O filme mostra pessoas reais. São apenas duas pessoas  apaixonadas. Sempre que exibimos em organizações gays, as pessoas agradecem  muito por se engraçado e não dramático”, disseram os diretores.</p>
<p>Para  terminar, Santoro fez um balanço de sua carreira até o momento. “Foi uma coisa  que cruzou meu caminho e resolvi seguir. Percorri festivais internacionais com  o filme <strong><a href="http://www.mostra.org/exib_filme_arquivo.php?ano=24&amp;filme=4476">BICHO DE 7 CABEÇAS</a></strong> <a href="http://www.mostra.org/exib_filme_arquivo.php?ano=24&amp;filme=4476"></a> (2001), de Laís Bodanzky, e isso me  deu a oportunidade de conhecer um mundo novo e entrar em contato com pessoas  diferentes. O <strong>ABRIL DESPEDAÇADO</strong> (2001),  do Walter Salles, foi comprado pela Miramax, que o lançou em Los Angeles. E lá  eu fui abordado por novos agentes. No começo tinha receio, mas as coisas foram  acontecendo. Hoje continuo caminhando devagar, analisando todas as propostas, e  tem sido uma grande aventura”, concluiu o ator.</p>
<p><strong><a href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=282">Leia mais sobre o filme</a></strong></p>
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		<title>33ª Mostra e Imprensa Oficial promovem lançamento do livro Os Filmes da Minha Vida no Conjunto Nacional</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=536</link>
		<comments>http://www.mostra.org/blog/?p=536#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mostra.org/blog/?p=536</guid>
		<description><![CDATA[
De pé: Bruno Barreto, Daniela Thomas, Rubens Ewald Filho e Hubert Alquéres
Sentados: Marco Bechis, Leon Cakoff, Renata de Almeida e Inácio Araújo
Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra
Na noite da terça-feira, dia 3 de novembro, a 33ª Mostra e a Imprensa Oficial do  Estado promoveram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/692_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /><br />
De pé: Bruno Barreto, Daniela Thomas, Rubens Ewald Filho e Hubert Alquéres<br />
Sentados: Marco Bechis, Leon Cakoff, Renata de Almeida e Inácio Araújo</p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra</p>
<p>Na noite da terça-feira, dia 3 de novembro, a <strong>33ª Mostra</strong> e a Imprensa Oficial do  Estado promoveram o lançamento do livro <strong>Os  Filmes da Minha Vida</strong>. O livro reúne os depoimentos do primeiro ciclo de  apresentações, realizado em 2008, na <strong>32ª  Mostra</strong>.</p>
<p>O  crítico Rubens Ewald Filho, um dos depoentes do livro, disse que o ciclo e o  livro “humanizam os depoentes, tirando-os da redoma de vidro que eles mesmos se  colocam ou que as pessoas os colocam”.</p>
<p>Inácio  Araújo, crítico de cinema da <em>Folha de  S.Paulo</em>, considerou que participar do ciclo de depoimentos e do livro  possibilitou a “satisfação de repassar a vida em filmes, relembrando momentos  felizes ou tristes”.</p>
<p>Renata  de Almeida, diretora da <strong>Mostra</strong>, disse  que foi uma “experiência surpreendente”, pois era uma proposta de lembranças e  não de algo estudado e preparado. “O livro eterniza o pensamento”, disse  Renata, destacando o trabalho primoroso realizado pela Imprensa Oficial.</p>
<p>Leon  Cakoff, diretor da <strong>Mostra</strong> e coordenador  do livro, explicou que é “mais uma criação da <strong>Mostra</strong> que vai deixar um lastro”. Ressaltou ainda que há uma  dialética muito forte no livro, pois o projeto será uma série com vários depoimentos  e novos volumes, com novas produções que se tornarão filmes da vida de alguém”.</p>
<p>Diretor-presidente  da Imprensa Oficial do Estado, o professor Hubert Alquéres, que também tem seu  depoimento no livro, diz que, quando se lê o conjunto de depoimentos, “é incrível  como há coisas em comum a essa geração de pessoas”. O professor considerou  ainda que o livro é “uma grande provocação para que as pessoas façam suas  próprias listas de filmes da sua vida”, um exercício que ele recomenda.</p>
<p>A  cineasta Daniela Thomas considerou “genial” o ciclo de depoimentos e o livro,  pois “cineasta é cinéfilo, e os leitores vão se identificar com essa coisa  apaixonada que é o cinema”.</p>
<p>O  diretor Bruno Barreto apontou o significado emocional dos depoimentos,  considerando-os “sessões psicanalíticas”. Disse ainda ter muita curiosidade de  ler os outros depoimentos, pois foi uma “ideia brilhante” transformá-los em  livro.</p>
<p>Já  para o diretor Marco Bechis, que mora na Itália, o ciclo de depoimentos e o  livro fazem “uma renovação” na forma de fazer cinema, pois para ele, ambos são  também uma maneira de realizar um produto de cinema.</p>
<p>O  livro <strong>Os Filmes da Minha Vida</strong> reúne  depoimentos de Leon Cakoff, Hubert Alquéres, Rubens Ewald Filho, Carlos  Reichenbach, Daniela Thomas, Bruno Barreto, Inácio Araújo, Helena Ignez, Marco  Bechis, Hector Babenco e Renata de Almeida.</p>
<p><strong>OS FILMES DA MINHA VIDA</strong></p>
<p>225  págs., R$ 30. Editora: Imprensa Oficial</p>
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		<title>Há filmes que exigem maturidade para serem vistos, diz Eliane Caffé em Os Filmes da Minha Vida</title>
		<link>http://www.mostra.org/blog/?p=533</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 20:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra

Para a cineasta Eliane Caffé  – presente na 33ª Mostra com O Sol do Meio-Dia – participar  do segundo ciclo de Os Filmes da Minha  Vida, promovido pela 33ª Mostra,  na terça-feira 3 de novembro, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/691_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Beth Andalaft, para o “Jornal da Mostra</p>
<p><!  .style1 {font-weight: bold} --></p>
<p>Para a cineasta Eliane Caffé  – presente na <strong>33ª Mostra</strong> com <strong><a href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=1840">O Sol do Meio-Dia</a></strong> – participar  do segundo ciclo de <strong>Os Filmes da Minha  Vida</strong>, promovido pela <strong>33ª Mostra</strong>,  na terça-feira 3 de novembro, foi “um exercício que a ajudou a organizar os  filmes que já assistiu”.</p>
<p>Eliane explicou que nem  sempre “os filmes que mais me impressionaram e que ficaram em minha vida são  aqueles dos quais eu mais gostei”. Ela exemplificou com <strong>Deus e o Diabo na Terra do Sol</strong> (1964, de Glauber Rocha) que, na  época, era obrigatório gostar. Eliane não conseguia entender e nem gostar do  filme. Mas, ao revê-lo anos depois, ficou “maravilhada”, pois o filme é  “excepcional”.</p>
<p>Segundo ela, há filmes que  exigem certa maturidade para serem entendidos. Como o russo <strong>Andrei Rublev</strong> (1969), de Andrei  Tarkovsky, que ela detestou de início e depois passou a apreciar, à medida que  foi revendo.</p>
<p>A cineasta começou sua  relação com o cinema na infância, levada pelo pai às matinês, aos domingos,  para assistir os desenhos animados de <strong>Tom  e Jerry</strong>. Os pais e os irmãos se reuniam para assistir filmes na TV aos  sábados à noite ou iam juntos ao cinema.</p>
<p>Eliane, que é psicóloga por  formação, explicou que não foi movida por uma paixão por cinema que resolveu  trabalhar na área. O interesse surgiu quando ela fez uma pesquisa para o curso  de Psicologia e se sentiu bem no set de filmagens.<br />
<a href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=286&amp;language=pt">Gilberto Dimenstein encerra o ciclo nesta quarta-feira</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=688&amp;language=pt">As circunstâncias determinaram os filmes da minha vida, diz Ugo Giorgetti</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=687&amp;language=pt">De Carlos Manga a Jia Zhang-Ke, os filmes da vida de Marcelo Gomes</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=686&amp;language=pt">“Gosto dos momentos errados dos cineastas”, diz Isay Weinfeld em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=683&amp;language=pt">“‘E o Vento Levou’ me ensinou a contar história com uma câmera”, diz Suzana Amaral em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=681&amp;language=pt">Filme favorito muda a cada escolha, diz Sérgio Machado em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=678&amp;language=pt">Falar sobre filmes é tão prazeroso quanto vê-los, diz Luiz Carlos Merten no ciclo os Filmes da Minha Vida</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=675&amp;language=pt">Dos filmes infantis a “Calígula” na 5ª Mostra, Serginho Groisman fala dos filmes de sua vida</a></p>
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		<title>“Fui a primeira atriz brasileira a receber um prêmio internacional”, lembra a atriz Marcélia Cartaxo em sessão de A HORA DA ESTRELA</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti
Redação: Marcelo Cobra, para o “Jornal da Mostra”
A 33ª Mostra promoveu na noite de  segunda-feira, 2 de novembro, uma sessão especial do filme A HORA DA ESTRELA  (1985), de Suzana Amaral, restaurado  pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro. O evento contou com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Mostra" src="http://www.mostra.org/33/imagens/jornal/690_i.jpg" alt="" width="597" height="256" /></p>
<p>Edição: Leon Cakoff, Renata de Almeida e Thiago Stivaletti<br />
Redação: Marcelo Cobra, para o “Jornal da Mostra”</p>
<p>A <strong>33ª Mostra</strong> promoveu na noite de  segunda-feira, 2 de novembro, uma sessão especial do filme <strong><a href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=39">A HORA DA ESTRELA </a></strong> (1985), de Suzana Amaral, restaurado  pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro. O evento contou com a  presença da diretora e das atrizes Marcélia Cartaxo e Cláudia Rezende, além da  equipe de produção e restauração do filme. “É emocionante reunir esse time  aqui”, disse Leon Cakoff, diretor da <strong>Mostra</strong>.  “Agradeço a toda a equipe do filme e aos restauradores da cópia, que fizeram um  ótimo trabalho”, completou.</p>
<p>A diretora  Suzana Amaral, que compõe o Júri Internacional da <strong>33ª Mostra</strong>, agradeceu a oportunidade de exibir a produção no  festival e comentou o trabalho de restauração. “Foi uma grande surpresa poder apresentar  o filme em cópia novíssima”, afirmou. “Parece que foi feito ontem, não está  datado”.</p>
<p>Ela comentou  a exibição de <strong>A HORA DA ESTRELA</strong> no  Festival de Berlim em 1986, premiado com o Urso de Prata de Melhor Atriz para  Marcélia Cartaxo. “O Leon foi a primeira pessoa que falou comigo depois da  sessão e me deu muita força. Lembro dele sempre percorrendo os festivais europeus,  com sua malinha preta”, contou.</p>
<p>Marcélia  Cartaxo, que também estava na sessão, lembrou como foi receber o prêmio em  Berlim. “Na época eu morava com a atriz Rosi Campos e a ajudava a divulgar  peças de teatro. Era conhecida como a babá do filho dela”, disse. “Foi uma glória  quando ganhei o prêmio e minha foto apareceu estampada no jornal. Fui a  primeira atriz brasileira a receber um prêmio internacional”, completou.<br />
</p>
<p><span class="style1"><a href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=243">33ª Mostra apresenta clássicos brasileiros em cópias restauradas</a></span></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=378">Suzana Amaral também participa da 33ª Mostra com o filme Hotel Atlântico</a></p>
<p><a href="http://www.mostra.org/exib_jornal.php?jornalId=683&amp;language=pt">“‘E o Vento Levou’ me ensinou a contar história com uma câmera”, diz Suzana Amaral em Os Filmes da Minha Vida</a></p>
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